“Sejamos todos feministas”, da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, é sucesso no mundo inteiro.
Publicado pela
primeira vez no Brasil em 2014 pela Companhia das Letras, a versão digital
de “Sejamos todos feministas” pode ser baixada gratuitamente
clicando
aqui.
Não é preciso ter tablet ou Kindle para ler. Basta baixar
gratuitamente no seu computador o leitor da própria Amazon. Também há uma
versão física do livro.

Em
“Sejamos todos feministas”, a autora faz duras críticas ao discurso de ódio,
discute a questão de gênero e o lugar das mulheres na sociedade
contemporânea.
“A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo.
É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo
mais justo.
Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais
autênticos consigo mesmos.
E é assim que devemos começar: precisamos criar
nossas filhas de uma maneira diferente”.
Trajetória
Nascida na
Nigéria em 1977, Chimamanda Ngozi Adichie é atualmente uma das mais
elogiadas, conhecidas e importante escritoras africanas.
Vivendo nos Estados
Unidos desde os 19 anos, estudou na Universidade Drexel, na Filadélfia, e na
Universidade de Connecticut
Fez estudos de escrita criativa na Universidade Johns Hopkins de Baltimore, e mestrado de estudos africanos na Universidade
Yale, em Connecticut.
Seu
primeiro livro reuniu contos e foi publicado quando ela tinha apenas 7 anos.
Aos 26, publicou Hibisco Roxo, seu primeiro romance. E não parou.
Autora de
diversos
livros, ela tem sido reconhecida internacionalmente e acumulado prêmios
nos anos recentes, sendo o mais importante o National Book Critics
Circle Award, recebido em 2004.
Seu nome
passou a ser mais conhecido depois de uma palestra que deu no TED,
“O perigo de uma História única”
O vídeo
discute o problema dos estereótipos e foi assistido milhões de vezes.
Em
2012, Adichie gravou uma nova palestra no TED,
“Todos devemos ser feministas”, que deu origem ao livro agora oferecido
de graça pela Amazon.
Quer saber mais? Há algumas semanas ela deu uma entrevista interessante para o El País Brasil. Leia aqui.